Red de Bibliotecas Virtuales de Ciencias Sociales en
América Latina y el Caribe
Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem:
https://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/60355| Título : | ANIMAL METAPHOR AND SPECIESISM: RHETORIC OF POWER IN POST-MODERN CONTEXT METÁFORA ANIMAL E ESPECISMO: RETÓRICA DO PODER NO CONTEXTO PÓS-MODERNO |
| Palabras clave : | Speciesism;Discourse;Animal Metaphor.;Especismo;Discurso;Metáfora animal. |
| Editorial : | Laboratório Editorial FCL-UNESP |
| Descripción : | This article aims to contribute to the consolidation of an anti-speciesist critical perspective in the literary field, relating it to analytical approaches which include, within their object of analysis, sociological minorities within the postmodern and postcolonial context. To do so, we resort to Aristotle´s assumptions on rhetoric, Michel Foucault's formulations on discourse, the concepts of acractic and encratic doxas proposed by Roland Barthes, as well as the contribution of the philosophers Peter Singer and Gary Francione in the conceptualization of speciesism, which is further illustrated by J.M. Coetzee´s novel The lives of animals. The analogy between the discursive constructions that spread speciesism while encratic doxa and other forms of Cartesian-based exclusions, particularly those practiced in colonial circumstances, reinforces our conclusions about the legitimacy of the anti-speciest critic as a valid tool for understanding literature and the sociocultural processes that it represents. O objetivo deste artigo é contribuir para a consolidação de uma perspectiva crítica antiespecista no campo literário, relacionando-a com abordagens analíticas que se associam ao olhar sobre as minorias sociológicas no contexto pós-moderno e pós-colonial. Para tanto, tomamos os pressupostos de Aristóteles sobre a retórica, Michel Foucault sobre o discurso e os conceitos de doxas acrática e encrática propostos por Roland Barthes, além da contribuição dos filósofos Peter Singer e Gary Francione na conceituação do especismo, ilustrada, ainda, pela obra The lives of animals, de J. M. Coetzee. A analogia entre as construções discursivas que disseminam o especismo enquanto doxa encrática e outras formas de discriminação de base cartesiana, notadamente aquelas praticadas em circunstâncias colonialistas, reforça nossas conclusões a respeito da legitimidade da crítica antiespecista como ferramenta de compreensão da literatura e dos processos socioculturais que ela representa. |
| URI : | http://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/60355 |
| Otros identificadores : | https://periodicos.fclar.unesp.br/casa/article/view/7123 10.21709/casa.v12i1.7123 |
| Aparece en las colecciones: | Faculdade de Ciências e Letras-Unesp - FCL/CAr - Cosecha |
Ficheros en este ítem:
No hay ficheros asociados a este ítem.
Los ítems de DSpace están protegidos por copyright, con todos los derechos reservados, a menos que se indique lo contrario.