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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributorpt-BR
dc.creatorGomes, Márcio Fernando-
dc.creatorQueiroz, Deise Regina Elias-
dc.date2011-12-14-
dc.date.accessioned2022-03-21T18:18:18Z-
dc.date.available2022-03-21T18:18:18Z-
dc.identifierhttps://revistas.ufpr.br/geografar/article/view/21579-
dc.identifier10.5380/geografar.v6i2.21579-
dc.identifier.urihttp://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/73882-
dc.descriptionA cobertura vegetal arbórea, através de suas funções ecológicas, econômicas, estéticas e recreativas assume lugar de destaque e podem desempenhar importante papel na melhoria da qualidade ambiental e devida das populações urbanas, como: conforto térmico; equilíbrio do ciclo hidrológico; amenização da poluição sonora, visual e do ar; quebra da artificialidade do meio urbano; entre outras. Apesar de toda a importância ressaltada, a maior parte das cidades brasileiras sofre com os baixos índices de cobertura vegetal e com a sua distribuição irregular. Diante deste contexto, o presente trabalho tem como objetivo estudar a cobertura vegetal arbórea na cidade de Birigui - SP, avaliando o Índice de Cobertura Vegetal (ICV) e o Índice de Cobertura Vegetal por Habitante (ICVH) por setor censitário e a sua distribuição pelo espaço urbano. O desenvolvimento do trabalho foi realizado com emprego de técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto. Para o mapeamento da cobertura vegetal foram utilizadas fotografias aéreas na escala de 1:10.000 e os softwares Global Mapper 7 e ArcGIS 9. A cidade apresentou 7,75% de cobertura vegetal e uma média de 36m² por habitante. Levando em conta a distribuição intra-urbana da cobertura vegetal, nota-se uma heterogeneidade e ausência de uma vegetação contínua. Analisando superficialmente o arranjo espacial da cobertura vegetal na cidade, ficam evidentes os seguintes resultados: baixos valores na área central e em alguns bairros periféricos, principalmente em loteamentos recentes e /ou áreas de transição com a área rural; índices acima de 5% de vegetação nos bairros que cercam a área central; os maiores valores de cobertura vegetal possuem situações muito peculiares, sendo em sua totalidade localizados próximos a fragmentos de matas. Em relação ao ICVH, de um modo geral, os menores valores foram registrados na área central e região leste, enquanto os maiores índices estão localizados nas regiões periféricas da cidade, em área de transição com a zona rural. Os resultados demonstraram que a utilização das técnicas de geoprocessamento representa uma valiosa ferramenta na gestão da cobertura vegetal e consequentemente no planejamento ambiental em áreas urbanas.pt-BR
dc.formatapplication/pdf-
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagepor-
dc.publisherUFPRpt-BR
dc.relationhttps://revistas.ufpr.br/geografar/article/view/21579/16958-
dc.relationhttps://revistas.ufpr.br/geografar/article/view/21579/16959-
dc.rightsDireitos autorais 2016 Revista Geografarpt-BR
dc.sourceREVISTA GEOGRAFAR; v. 6, n. 2 (2011)pt-BR
dc.source1981-089X-
dc.source10.5380/geografar.v6i2-
dc.subjectCobertura Vegetal; Arborização Urbana; Geoprocessamento; Sensoriamento Remoto; Birigui-SP.pt-BR
dc.titleAVALIAÇÃO DA COBERTURA VEGETAL ÁRBOREA NA CIDADE DE BIRIGUI COM EMPREGO DE TÉCNICAS DE GEOPROCESSAMENTO E SENSORIAMENTO REMOTOpt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.typept-BR
Aparece en las colecciones: Programa de Pós-graduação em Geografía - PPGGeo/UFPR - Cosecha

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