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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.contributorpt-BR
dc.creatorArena, Ana Beatriz-
dc.date2014-12-28-
dc.date.accessioned2022-03-17T19:56:11Z-
dc.date.available2022-03-17T19:56:11Z-
dc.identifierhttps://www.e-publicacoes.uerj.br/ojs/index.php/soletras/article/view/13351-
dc.identifier10.12957/soletras.2014.13351-
dc.identifier.urihttp://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/55958-
dc.descriptionO objeto de estudo do presente artigo é a expressão daí que. Na dimensãodiacrônica, verificam-se instanciações possivelmente participantes da gênese do daí que comoconector, em estruturas que Diewald (2006) denomina contextos atípicos (“de aí seinfere que”) e críticos (“Não se infira daí que”). Sincronicamente, após passar por váriasmudanças construcionais, daí que consolida-se como conector lógico-argumentativo,verificando-se perda de fronteira e de composicionalidade de seus componentes: “A leitura domundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não pode prescindir dacontinuidade da leitura daquele” (Paulo Freire2. Esse último estágio é o que Diewald (2006)denomina contexto de isolamento. Com base nos pressupostos teóricos da LinguísticaFuncional Centrada no Uso (LFCU), numa perspectiva dialógica entre Gramática deConstruções, Gramaticalização de Construções e a perspectiva construcional de Traugott(2012) e Traugott e Trousdale (2013), entendem-se construções como o pareamento formasentidode duas ou mais palavras (CROFT, 2001). Assumimos as relações metonímicas, aspressões de informatividade, inferências sugeridas, subjetificações e (inter) subjetificaçõescomo elementos cruciais para o processo de construcionalização gramatical do conectorlógico-argumentativo daí que. Compõem o corpus textos escritos a partir do século XVII atéa sincronia contemporânea (séculos XX e XXI) da língua portuguesa.[2] Paulo Freire – Abertura do Congresso Brasileiro de Leitura. Campinas,  novembro de 1981pt-BR
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagepor-
dc.publisherUniversidade do Estado do Rio de Janeiropt-BR
dc.relationhttps://www.e-publicacoes.uerj.br/ojs/index.php/soletras/article/view/13351/12481-
dc.sourceRevista Soletras; n. 28 (2014): Língua em uso: gramática, discurso e construções; 60-77es-ES
dc.sourceSOLETRAS; n. 28 (2014): Língua em uso: gramática, discurso e construções; 60-77fr-CA
dc.sourceSOLETRAS; n. 28 (2014): Língua em uso: gramática, discurso e construções; 60-77en-US
dc.sourceSOLETRAS; n. 28 (2014): Língua em uso: gramática, discurso e construções; 60-77it-IT
dc.sourceSOLETRAS; n. 28 (2014): Língua em uso: gramática, discurso e construções; 60-77pt-BR
dc.source2316-8838-
dc.source1519-7778-
dc.subjectEstudos de Linguagem; Língua Portuguesapt-BR
dc.subjectDaí que; Gramaticalização de Construções; Gramática de Construções; Mudança Construcional; Construcionalizaçãopt-BR
dc.titleRota de construcionalização do conector daí que: uma abordagem funcional centrada no usopt-BR
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.typept-BR
Aparece en las colecciones: Faculdade de Formação de Professores - FFP/UERJ - Cosecha

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