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CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS SOBRE O TRABALHO DE CAMPO EM INSTITUIÇÕES POLICIAIS MILITARES

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dc.contributor pt-BR
dc.contributor en-US
dc.creator Brunetta, Antonio Alberta
dc.date 2012-06-01
dc.date.accessioned 2022-03-30T17:17:46Z
dc.date.available 2022-03-30T17:17:46Z
dc.identifier https://revistas.ufpr.br/sclplr/article/view/64804
dc.identifier 10.5380/sclplr.v0i1.64804
dc.identifier.uri http://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/159718
dc.description O trabalho busca rediscutir questões que considerei como fundamentais durante a realização do trabalho de campo da pesquisa “Reforma Intelectual da Polícia Militar98”, na qual a abordagem metodológica não foi premeditada, mas ousou ultrapassar o limite convencional da instrumentalização de sua prática, de modo a garantir a prerrogativa da “pesquisa como relação social de conhecimento”. Apesar do esforço de sistematização contido nas construções metodológicas das pesquisas sociológicas, essas ficam muito aquém da complexidade real das pesquisas, sobretudo quando se considera as pesquisas e a universidade como entidades que interagem na dinâmica social. Levandose em conta que a produção do conhecimento tem origem e sentido inexorável nas relações sociais que se estabelecem na pesquisa social, é que se busca argumentar em defesa da garantia que a investigação fundamente-se nas relações sociais que a preconizam. A pesquisa - desenvolvida junto à Diretoria de Ensino e Cultura (DEC) da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) e suas cinco escolas (Escola Superior de Soldados, ESSd; Escola Superior de Sargentos, ESSgt; Escola de Educação Física, EEF; Centro de Altos Estudos em Segurança, CAES; Academia de Polícia Militar do Barro Branco, APMBB) - , por meio de entrevistas com os coronéis que as comandam, não pode ser furtar a manter certo distanciamento das questões ideológicas no trato com seus sujeitos, de modo a não confrontar doutrinas e impedir a coleta de dados. No entanto, o pesquisador também não pode se privar, quando confrontado pelas afirmações dos coronéis, a contrapor suas convicções profissionais como síntese de seus posicionamentos ideológicos. A intenção em discutir essas questões se resume à busca por tematizar sobre a produção de pesquisa junto ao universo policial militar, tendo em vista compartilhar procedimentos que não se referem propriamente às questões metodológicas, mas sim às posturas do pesquisador diante de sujeitos cujo pertencimento ao topo da hierarquia militar os torna, aparentemente, tão convictos e rígidos, mas não impossibilitados ao franco diálogo. pt-BR
dc.description The paper seeks to rediscuss issues that I considered fundamental during the field work of the research “Intellectual Reform of the Military Police”, in which the methodological approach was not premeditated, but dared to surpass the conventional limit of the instrumentalization of its practice, so as to guarantee the prerogative of “research as a social relation of knowledge”. Despite the effort of systematization contained in the methodological constructions of sociological research, these fall far short of the real complexity of research, especially when considering research and the university as entities that interact in social dynamics. Considering that the production of knowledge has an inexorable origin and meaning in the social relations established in social research, it is argued in defense of the guarantee that the investigation is based on the social relations that advocate it. The research - developed with the Education and Culture Directorate (DEC) of the Military Police of the State of São Paulo (PMESP) and its five schools (School of Soldiers, ESSd; School of Sergeants, ESSgt; School of Physical Education, EEF ; Center for High Studies on Security, CAES; Barro Branco Military Police Academy, APMBB) - through interviews with the colonels who command them, it cannot be steal to keep a certain distance from ideological issues in dealing with their subjects, so as not to confront doctrines and prevent data collection. However, the researcher cannot deprive himself, when confronted by the colonels' statements, to oppose his professional convictions as a synthesis of his ideological positions. The intention to discuss these questions boils down to the search for thematizing about the production of research in the military police universe, in order to share procedures that do not properly refer to the methodological issues, but rather to the researcher's attitudes towards subjects whose belonging to the top. of the military hierarchy makes them apparently so convinced and rigid, but not impossible to frank dialogue. en-US
dc.format application/pdf
dc.language por
dc.publisher UFPR pt-BR
dc.relation https://revistas.ufpr.br/sclplr/article/view/64804/37730
dc.rights Direitos autorais 2019 Antonio Alberta Brunetta pt-BR
dc.source Sociologias Plurais; n. 1 (2012): NÚMERO ESPECIAL 1 - IV SEMINÁRIO NACIONAL DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA pt-BR
dc.source 2316-9249
dc.source 10.5380/sclplr.v0i1
dc.subject pt-BR
dc.subject Polícia Militar; Metodologia de Pesquisa; Produção de Conhecimento pt-BR
dc.subject Polícia Militar; Metodologia de Pesquisa; Produção de Conhecimento en-US
dc.subject Military Police; Research Methodology; Knowledge Production en-US
dc.title CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS SOBRE O TRABALHO DE CAMPO EM INSTITUIÇÕES POLICIAIS MILITARES pt-BR
dc.title METHODOLOGICAL CONSIDERATIONS ABOUT FIELD WORK IN MILITARY POLICE INSTITUTIONS en-US
dc.type info:eu-repo/semantics/article
dc.type info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type avaliado pelos pares pt-BR
dc.type Artigo pt-BR
dc.type Avaliado pelos pares en-US
dc.type en-US


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