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MILITÂNCIA E RELIGIÃO NO PASSADO E NO PRESENTE DA LUTA PELA TERRA

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dc.contributor pt-BR
dc.contributor en-US
dc.creator Oliveira, Valter Lúcio de
dc.date 2012-06-01
dc.date.accessioned 2022-03-30T17:17:42Z
dc.date.available 2022-03-30T17:17:42Z
dc.identifier https://revistas.ufpr.br/sclplr/article/view/64797
dc.identifier 10.5380/sclplr.v0i1.64797
dc.identifier.uri http://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/159714
dc.description Grande parte dos militantes que se engajaram na luta pela terra na origem do MST tinham uma forte vinculação religiosa. Era um momento em que a Teologia da Libertação estava no auge e muitas organizações vinculadas, particularmente à igreja Católica, ganharam grande expressão social. Atualmente boa parte dos militantes formados nesse período mantém sua militância política, mas se afastaram da militância religiosa. Por outro lado, os militantes que estão à frente da luta pela terra atualmente não chegam a este engajamento a partir da religião. A “fonte” de militância é muito mais diversificada e suas trajetórias bastante distintas daquelas que deram origem ao MST. A partir da análise da trajetória de alguns militantes, alguns “originários” das bases religiosas rural e outros da classe média urbana, se pretenderá com esse artigo apontar elementos de análises para a compreensão dos motivantes da ação militante. Ressalta-se que esta análise está baseada em trabalho de campo realizada em dois assentamentos e um acampamento do Rio Grande do Sul e conforma um dos temas abordados em minha tese doutoral. pt-BR
dc.description Most of the militants who engaged in the struggle for land at the origin of the Movimento Sem Terra (MST) had a strong religious connection. It was a time when Liberation Theology was at its height and many related organizations, particularly the Catholic Church, gained great social expression. Currently, a large part of the militants trained in this period maintain their political militancy, but have moved away from religious militancy. On the other hand, the militants who are at the forefront of the struggle for land today do not come to this engagement from religion. The “source” of militancy is much more diverse and its trajectories quite different from those that gave rise to the MST. From the analysis of the trajectory of some militants, some "originating" from rural religious bases and others from the urban middle class, this article intends to point out elements of analysis for understanding the motivators of militant action. It is noteworthy that this analysis is based on field work carried out in two settlements and one camp in Rio Grande do Sul and conforms to one of the topics addressed in my doctoral thesis. en-US
dc.format application/pdf
dc.language por
dc.publisher UFPR pt-BR
dc.relation https://revistas.ufpr.br/sclplr/article/view/64797/37723
dc.rights Direitos autorais 2019 Valter Lúcio de Oliveira pt-BR
dc.source Sociologias Plurais; n. 1 (2012): NÚMERO ESPECIAL 1 - IV SEMINÁRIO NACIONAL DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA pt-BR
dc.source 2316-9249
dc.source 10.5380/sclplr.v0i1
dc.subject pt-BR
dc.subject Movimento Sem Terra; Luta pela Terra; Teologia da Libertação pt-BR
dc.subject en-US
dc.subject Movimento Sem Terra; Struggle for land; Liberation Theology; en-US
dc.title MILITÂNCIA E RELIGIÃO NO PASSADO E NO PRESENTE DA LUTA PELA TERRA pt-BR
dc.title MILITARY AND RELIGION IN THE PAST AND PRESENT OF THE STRUGGLE FOR LAND en-US
dc.type info:eu-repo/semantics/article
dc.type info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type avaliado pelos pares pt-BR
dc.type artigo pt-BR
dc.type Avaliado pelos pares en-US
dc.type en-US


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