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Campo DC Valor Lengua/Idioma
dc.creatorRamos Filho, Eraldo da Silva-
dc.date2009-03-24-
dc.date.accessioned2022-03-28T18:18:53Z-
dc.date.available2022-03-28T18:18:53Z-
dc.identifierhttps://revistas.udea.edu.co/index.php/unip/article/view/953-
dc.identifier.urihttp://biblioteca-repositorio.clacso.edu.ar/handle/CLACSO/139669-
dc.descriptionApresento, neste texto, reflexões de pesquisas e práticas de ensino de Geografia que desenvolvi nos últimos anos, junto à educação básica e superior, na rede particular de ensino e na Universidade Federal de Sergipe. Experiências que buscaram produzir recursos didáticos a partir de trabalhos de campo realizados em áreas de resistência do campesinato sergipano. A vivência desses espaços, por estudantes (da educação básica e superior) e professor possibilitou reflexões sobre a dinamicidade da produção do espaço e dos processos de territorialização das comunidades investigadas. As reflexões foram sistematizadas na linguagem fílmica e constituem os documentários: “Xokó: memória, identidade e cultura” (2000) e “Veredas” (2005). O processo de produção dos vídeos documentários proporcionou aos sujeitos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem um ensaio de desvendamento das formas de tratamento da realidade para a representação do real. Este texto pretende ser uma contribuição ao ensino de Geografia. Evidente que não trato de uma temática e um proceder metodológico inovador, muito menos, faz parte das minhas intenções apresentar uma fórmula mágica que solucione os impasses e dilemas do ensino de Geografia. Contudo, estou certo de que os relatos e as reflexões, que seguem, podem instigar experiências e a criatividade de docentes para aliar temas e conteúdos, socialmente referenciados à sistematização das reflexões com ferramentas disponibilizadas pelas Novas Tecnologias da Informação e Comunicação. Nesse contexto, o presente artigo está estruturado em seis partes. Na primeira, discuto o papel da Geografia escolar na atualidade. Na segunda, delimito a questão agrária brasileira neste início de século XXI. Na terceira parte, delimito o ponto de partida para o uso de imagens em movimento. Em seguida, remeto o leitor a duas vivências de produção de vídeos documentários no ensino básico e superior. Por fim, apresento as considerações finais.es-ES
dc.formatapplication/pdf-
dc.languagespa-
dc.publisherUniversidad de Antioquiaes-ES
dc.relationhttps://revistas.udea.edu.co/index.php/unip/article/view/953/826-
dc.sourceUni-pluriversidad; Vol. 8 Núm. 2 (2008)es-ES
dc.source2665-2730-
dc.source1657-4249-
dc.titleGeografia e vídeo: Diálogos e vivencias na educaçao básica e superiores-ES
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/article-
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.typePeer Reviewen-US
dc.typeArtículo evaluado por pareses-ES
Aparece en las colecciones: Facultad de Educación. Universidad de Antioquia - UdeA - Cosecha

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